domingo, 21 de dezembro de 2014

Bath e Stonehenge

Pra começar a série de posts sobre a viagem de férias, resolvi contar o primeiro passeio que fiz chegando na terra da rainha. No total passei 5 finais de semanas por lá, e em todos eles viajei pra algum lugar. Na verdade o primeiro final de semana foi o da chegada. Chegamos no sábado, no aeroporto de Gatwick. Teria sido bem melhor se o vôo pousasse no aeroporto de Heatrow, pois lá tem metrô, que coincidentemente era a linha que me levaria até a casa que ficaríamos, em Turnpike Lane, a linha azul. Mas não, a aventura tem que existir, e fomos parar em Gatwick. De lá pedi informação, pegamos um trem até a estação Vitória, de lá tivemos que pegar um metrô até a linha azul, e então irmos para a "casa". Sabe, andar de metrô lá é fácil pra caramba, só não é tão legal quando se tem 2 malas e uma mochila, pra subir e descer escadas. Ainda bem que a fama de mal humorados dos Londrinos é somente fama, e encontramos muitos simpáticos, educados e prestativos que nos ajudaram com as malas nas escadarias. Chegamos na casa já no final da tarde, fizemos o reconhecimento, aprendemos as regras, e saímos para comprar comida. 
Comida, algo bom e ruim de Londres. Bom pelo lado que tem muita coisa diferente, e comer coisas diferentes é sempre muito bom. Ruim pelo lado que é tudo muito diferente, e dá uma saudade danada do arroz com feijão. E mais ruim ainda que comer fora é caro, muito caro. No supermercado as coisa são mais ou menos. Umas muito baratas, que você nem acredita que paga o olho da cara por aqui, outras absurdamente caras, como um mamão papaia que custava 16 reais, convertendo. Enfim...
O bom mesmo é que os queijos são baratos...e quanto queijo bom!!! Cogumelos são baratos, e eu que sou viciada me fartei por lá com eles. Supermercado em que você mesmo passa suas compras e paga, sem caixa. Se for de pesar você coloca na balança, diz qual é o item o  e voilá, sai o preço. Lindo, e que com certeza não funcionaria aqui no Brasil, acho que ainda precisamos de um pouquinho menos do jeitinho brasileiro.
Compramos coisinhas para o nosso lanche, voltamos pra casinha e descansamos.
Dia seguinte, domingo, 3 de agosto, e iríamos para o nosso primeiro passeio, oba!!
Todos os passeios que fizemos foi com uma agência que atende estudantes e faz os passeios mais baratinhos, a UK Study Tours. Lógico que o barato tem seu custo, mas no fim acho que valeu a pena, falo mais sobre isso conforme as viagens forem sendo contadas. 
Nos encontramos na estação Hammersmith e partimos num ônibus de dois andares (\o/) rumo a Bath. Bath é uma cidade encantadora, situada no sudoeste da Inglaterra, que é muito conhecida por seus banhos termais, e sua água é considerada curativa para muitos males. Se é verdade ou não não saberia dizer, não entrei nas suas termas, não tomei nenhum banho por lá, mas tenho certeza que a beleza da cidade é capaz de curar muita coisa. Pensa num lugar lindo, é la! 
É uma cidade pequena, pelo menos o seu centro, que é onde estão localizadas as termas. Não entrei pra conhecer, dizem que é bem legal, mas como disse já no outro post, tudo cheio, tudo caro, não valia ficar na fila. Somente caminhamos, entramos na catedral, que era grátis..rs...apreciamos a linda arquitetura, descobri que Johny Deep tem uma casa lá. Triste. Queria bater, ver se ele estava por lá, se precisava de companhia, mas enfim, não fiz...
Foi em Bath que descobri o chá com leite e o bolo da rainha. O chá com leite nada mais é que chá com leite...eheheh...mas o bolo da rainha, ah...esse virou amor. Quando a mulher me ofereceu o bolinho que vinha no kit do chá, e que custava 8 libras (não converte, a gente não é feliz quando converte) vi o bolinho na vitrine, meio despretensioso. Olhei pra ele, ela me perguntou se queria com frutas ou sem, como achei ele sem graça e tinha certeza de que não iria comer, pedi com frutas, já que a Angela gostava e ela comeria o bolinho. Eis que a magia surge: a simpática dona do café abre o bolinho ao meio e recheia com creme e geléia. Pensa em uma coisa gorda, engordativa, e com uma cara muuuuito apetitosa. Me arrependi de ter pedido com frutas...rs..Pegamos o bolinho e guardamos pra depois.
Continuamos a caminhada pela cidade, um tiozinho tocando violão e cantando um desses rock melódicos antigos, me fez chorar. Era tão lindo o cenário todo...Tiramos muitas fotos (quer dizer, a Angela tirou, eu nem máquina levei, todas as fotos daqui são créditos pra ela). E terminamos o passeio em Bath na beira do rio, embaixo de uma árvore, fazendo um piquenique com um sanduíche de queijo com cogumelos...delícia.

Lugar incrível

Linda ponte


O chá com leite, nada demais...mas o bolinho...

A catedral

Uma simpática caveirinha na praça atrás dos banhos, onde o cantos me fez chorar.

Eu e Angela comendo um lanchinho...

Saímos de Bath com destino a Stonehenge. Eu sempre quis conhecer esse lugar cercado de mistério e magia. Toda vez que sonhava que um dia eu poderia estar na Inglaterra, esse era um lugar que aparecia como topo da lista de lugares pra se visitar. A viagem de Bath até lá não demorou muito. Chegamos num lugar onde eram campos vazios para todos os lados. Tinha uma construção grande, que era o museu, o café e a lojinha das coisas de Stonehenge. Não entramos, pois já iríamos pegar o ônibus que nos levaria até as ruínas. Por falar em lojinha, TODOS os lugares que visitei por lá tinha uma lojinha. Com coisas lindas e caras (a palavra "cara" com certeza vai aparecer muito por aqui).
Pegamos nosso ônibus que nos deixou bem perto das ruínas...de olhar de longe já dá aquele nó na garganta, aquelas borboletas no estomago, e uma coisa meio que "nossa, não acredito que eu estou aqui mesmo". Andamos um pouco e chegamos o mais perto que podíamos. Stonehenge estava lotado, gente pra todos os lados. Toda a ruína é cercada por cordas que delimitam o espaço que não podemos ultrapassar, Mas ao contrário do que eu imaginava, dá pra chegar bem perto até. É lindo demais. apreciamos muito, de todos os ângulos possíveis, pra guardar bem na memória.Resolvemos sentar um pouquinho pra absorver a energia mística do lugar, e aproveitamos para comer o bolinho mais que incrível. Olha, demorei duas horas só pra tirar todas as passas, mas valeu cada puxadinha. O bolinho é incrível, e depois de provar aqui, em todos os lugares que encontrei o mesmo eu comprei. Vocês verão...rs. De repente nos lembramos que tínhamos horário pra voltar, e os londrinos são rígidos com horário...poderíamos perder o nosso ônibus e ficar no meio do nada sem saber como voltar embora. Saímos correndo como loucas, ainda bem que o bolinho deu um pouco de energia, não conseguimos ver museu nem lojinha (mas quem se importa, se o mais importante vimos muito), e conseguimos chegar a tempo. Ufa!


O ônibus que nos levaria até perto das ruínas

De longe, lindo, e lotado de gente.

Perfeito

Eu fui!! \o/

Angela e eu

Depois foi só nos despedir com a certeza de que aquelas imagens nunca mais sairiam da nossa lembrança. Eu estive em Stonehenge, e ainda não acredito. Ainda bem que tem fotos pra comprovar que não é apensas a minha imaginação fértil que ganhou muitas asas.

Férias em Londres

Esse ano tive a oportunidade de fazer um intercâmbio na Inglaterra, mais especificamente em Londres. Foi um mês de muita correria e de muito aprendizado, mas não deixei de aproveitar as oportunidades de conhecer as coisas, lugares, países, tudo que dava.
Comecei o planejamento quase um ano antes, sabe como é né? Europa, tudo caro, Euro caro, Libra mais cara ainda, passagem cara, curso caro, não dava pra bobear. Quis aproveitar as férias pra conhecer um pouquinho do velho continente e fazer um curso de Inglês. Na verdade o curso eu queria mesmo, só faltava escolher o lugar. Entre todos os países que eu podia ir para aprender Inglês, a Inglaterra foi o mais convidativo por vários motivos: proximidade com diversos países que eu poderia conhecer nesse tempo, ser uma cidade que parecia encantadora pelo clima, arquitetura, história, cultura, entre outros. Lógico que sairia um pouquinho mais caro que ir para os EUA ou Canadá por exemplo, mas a terra do tio Sam nunca me fascinou, e queria demais poder conhecer também a Escócia. E como diz o ditado que quem está na chuva é pra se molhar, então bora quebrar os cofrinhos e fazer uma loucura pra realizar um sonho.
Me senti meio assim no começo, porque amo aventura, e na Inglaterra não teria as minhas montanhas, as minhas trilhas, e saber que nos 30 dias das minhas férias eu não faria nada disso me deixou meio triste, mas aproveitei pra conhecer alguns lugares fora do comum, pra variar. 
Vamos combinar que a Europa é linda, Londres é uma cidade perfeita, um lugar que eu moraria fácil (mas a Patagônia ainda está em primeiro lugar nas minhas prioridades de onde morar), mas eu escolhi o lindo mês de agosto para ir, queria que os dias fossem mais longos para aproveitar mais. O que eu não pensei quando escolhi foi que seria um mês de férias, então tudo que já deve ser lotado por natureza, estava 3 vezes mais lotado. Sem contar que não adiantava nada os dias serem mais longos se os lugares não ficavam abertos até mais tarde. Enfim, eu não recomendo o mês de agosto para ir, são as férias de verão na Europa, e todo o mundo (literalmente) resolve viajar nessa época do ano. Me sentia na Torre de Babel em qualquer lugar que eu ia. Talvez setembro, ainda deve estar um tempo mais gostosinho, sem muito frio (apesar de que eu amo frio e iria fácil em janeiro), e estará menos cheio acredito. Só acredito mesmo, porque só fui essa vez pra lá, não tenho com o que comparar...ehehe.
Eu fechei a minha viagem com a Egali, o atendimento que eu tive aqui no Brasil foi perfeito, fechei a escola - English Studio - e a acomodação com eles. Fiquei na residencia estudantil que eles tem lá em Londres. São duas casas, somente brasileiros, esse foi um ponto ruim, já que você quer aprender Inglês e quanto mais falar melhor. Mas também fui com uma amiga minha aqui do Brasil, companheira de aventuras que já falei dela em outros posts, a Angela, então iria falar português de qualquer forma com ela. A casa é muito legal, mas nem todos que estavam na casa eram, acontece. O pessoal que atende lá em Londres são bem prestativos, mas acho que por não quererem causar confusão com ninguém, não tem muito pulso firme quando algo errado acontece, algo fora da regra, mas enfim, nada que atrapalhasse a estadia. Recomendo muito a Egali. A passagem comprei por conta. Entre tudo que gastei, com passagem, curso, hospedagem, passeios por lá, e dinheiro para a alimentação deu aproximadamente uns 10, 11 mil reais. Mas só de passagem foram 3600. Economizando um pouquinho por mês da pra fazer. E como diz uma amiga que o que se leva dessa vida é a vida que se leva, viagem pra mim é o dinheiro mais bem gasto. Cada centavo que gasto pra conhecer um lugar novo vale a pena.
Se você sabe qualquer coisa em Inglês não precisa ter medo, Londres é tão organizada e tão simples de se locomover, que não tem como se perder. O transporte público funciona, e você fica morrendo de inveja, querendo que tivesse um igual aqui no Brasil. Metros super pontuais, que te levam pra todos os lugares, se não tiver mais metro, vai de ônibus, não tem erro. Você me pergunta: mas como vou saber onde descer? Fácil, só saber o nome da parada que a cada ponto um painel luminoso no ônibus, mais uma voz igual a do metro avisam da próxima parada, não tem erro. Taxi não recomendo, é caro que dói, e com a Libra a R$ 4,12 quando eu fui, nem pensar em pegar um. Só pra ir do hotel até o aeroporto mesmo, e quando precisamos de algum carro porque não tinha ônibus que chegasse onde queríamos, usamos o serviço dos mini cabs. Mais baratos, mas em libra, então pra nós pobres brasileiros, caro da mesma forma. 
Vou ao longo dos posts contando dos lugares em Londres que fomos e que valem a pena, os que não valem na minha opinião, enfim, compartilhar um pouquinho da viagem.
Espero que gostem!

Voltando a ativa!!!

Depois de quase um ano sem postar nada aqui no blog, resolvi voltar. Não parei porque não queria mais, uma série de fatores me levou a ficar sem publicar, e o maior deles foi meu notebook ter quebrado a tela :( . Conectar na tv foi a alternativa, mas não dava pra ficar muito tempo, o pescoço doía demais. Agora com tudo de volta ao normal vou escrever tudo que está atrasado, tentar colocar o blog em dia. Tiveram várias aventuras esse ano, e ainda outras aventuras que já havia feito e queria compartilhar. 

Enfim, voltando a ativa. 


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Projeto Trilhas de São Paulo - Trilha do Betary

No feriado de 15 de novembro do ano passado, fomos para mais uma aventura no Petar. Foi a minha sexta vez lá. A história toda da viagem fica pra um outro post, pois nesse quero falar sobre a trilha do Betary, que faz parte do projeto Trilhas de São Paulo, que falei aqui.

Essa trilha está classificada como nível médio no passaporte de trilhas, e acho que bem colocada nesse nível. Não é facinho, e nem tem um nível de dificuldade que impossibilite alguma pessoa de ir. Eu já havia feito essa trilha numa outra vez que estive lá, e também já havia carimbado meu passaporte com ela, porém, depois dessa não fiz mais nenhuma indicada, perdi o passaporte e queria começar tudo de novo. Eu, o Ricardo, a Ana e o Davi compramos o passaporte e temos o intuito de carimbar todo ele, quem sabe?

Além de nós quatro, com o nosso grupo estavam mais 4 amigos do Davi, que fizeram o passeio todo com a gente. Pessoas muito legais, e espero que de bom coração, pois será necessário para me perdoar pois esqueci o nome deles. Sou péssima pra nomes, acho que todo mundo deveria andar com um crachá.

Saímos cedo rumo ao parque, no núcleo Santana, que é onde começa a trilha. São 7,2 km entre ida e volta. O tempo todo andando por entre a mata e atravessando o Rio Betary, que dá o nome a trilha. O rio nesse dia estava bem tranquilo, e pegamos um sol bem bacana, já que as chuvas são muito comuns por lá, além da previsão do tempo também estar indicando essa condição.

A nossa primeira parada na trilha é pra conhecer a caverna da Água Suja. Sinceramente eu não sei se tem a opção de não conhecer as cavernas e fazer só a trilha, já que acho que seria meio que desperdício de tempo, se obrigatoriamente temos que passar pela entrada da caverna, e né, se vc está no Petar, com certeza é pra ver as cavernas. A trilha é mais um bônus. Eu sou meio suspeita pra falar, porque a Água Suja é uma das cavernas que mais gosto por lá, na verdade está em segundo lugar, perde somente pra Ouro Grosso, e ela é uma das únicas cavernas que fui em TODAS as vezes que estive no Petar.

A caverna tem esse nome, segundo nos contou o guia, porque quando ela foi “descoberta” o rio que passa por dentro dela estava sujo, na verdade não era sujeira, e sim a areia do fundo que tinha se misturado com a água por causa de chuvas ou coisa assim. A água é muito limpinha, não potável logicamente, mas não tem nada de sujeira.  Explorar essa caverna é bem bacana, e pra se ter uma ideia, a água do Rio Betary, que é bem gelada, estava quente se comparada a água que tem dentro da caverna, e o mais legal é que praticamente todo o percurso de exploração fazemos dentro da água. Divertido demais!! Essa caverna não tem muitas formações de estalactites e estalagmites, mas a grandeza dela impressiona, e ouvir o barulho da água é algo indescritível. Antes, os turistas podiam chegar até uma cachoeira que tem dentro da caverna, e para isso era necessário passar por um pequeno pedaço, onde tínhamos que ir abaixado e ficar com a água até o pescoço, e o teto ficava logo acima da cabeça, ou seja, o espaço era mesmo somente para a cabeça. Mas tirando a sensação claustrofóbica que isso causava, valia a pena demais. Ver uma cachoeira dentro de uma caverna é muito impressionante. Hoje esse pedaço não pode mais ser visitado, me sinto feliz por ter conseguido um dia ir.

Então chegamos no “ponto final” e voltamos. Não tivemos tanta aventura mas mesmo assim vale bastante conhecer. Saímos da caverna e logo a frente pelo caminho paramos para lanchar. Ficamos à beira do rio, comemos, e descansamos um pouco. Voltamos a caminhar e logo a frente encontramos mais uma caverna, a Cafezal. Eu fiquei feliz demais, pois essa era a única caverna dos núcleos Santana e Ouro Grosso que eu nunca tinha visitado. Eu gostei muito de ver, ela é grande por dentro, tem bastante espaço, e é completamente seca, com uma areia no chão, e como disse a Aninha, parecia que estávamos em outro planeta. Não é uma caverna muito grande, pelo menos não fomos muito nela, não sei também se ela tinha alguma restrição, mas como era a primeira vez, fiquei bastante satisfeita com o que vi.

Voltamos para trilha, atravessa o rio mais umas 347 vezes, e logo chegamos na primeira cachoeira, a Cachoeira das Andorinhas. Ela é linda, fica meio escondida no caminho, mas quando estamos passando o rio pela última vez ela surge toda majestosa. Vale a pena parar um pouco por ali para curtir a sua beleza e entrar nas águas, só não pode chegar embaixo dela, pois a força da água pode afogar alguém.

Depois dali é só seguir mais um pouquinho e chega na segunda cachoeira, a do Beija Flor, que é bonita também, mas eu prefiro a primeira. Nesse dia eu não fui até lá, estava muuuuito cansada, tinha dirigido 9 horas seguidas durante a madrugada, e não tínhamos dormido nem duas horas pra descansar. Eu fiquei deitada pelo banquinho ali mesmo enquanto o resto do grupo seguiu para ver a outra cachoeira. Quando voltaram, comemos mais um pouquinho e nos preparamos para a volta. A trilha na volta, apesar de ser igual a da ida, é mais tranquila, pois não temos o tempo todo que ficar parando para ouvir as explicações, já sabemos de tudo mesmo, então não perdemos o tempo com isso e voltamos bem mais rápido.

Apesar de ser o tempo todo por entre a mata, ela não tem grandes dificuldades, o desnível também não é assim tão forte, tem muitas escadas e alguns sobe e desce, mas é tranquilo, não exige nada demais para se fazer a trilha. Atravessamos o rio várias vezes, mas é sempre em lugar raso, se a água não estiver muito forte não tem nada com o que se preocupar, se a correnteza estiver mais puxada é só dar as mãos todos e atravessam tranquilamente. Em uma das travessias tem agora até a possibilidade de se passar por uma pontezinha nova que fizeram, e é divertido.

Pra quem vai visitar o Petar, mesmo que não queira carimbar a trilha e ter o passaporte, esse passeio vale muito a pena. O contato com a natureza é incrível, e a beleza daquele lugar é indescritível. Depois de todo o cansaço da trilha, nada melhor que chegar no bairro e comer um pastelzinho na única pastelaria que tem por lá. Eu recomendo o de palmito, eheheh.


PETAR é um lugar que todo mundo deveria conhecer, mas eu sou suspeita, foi pra lá que fiz minha primeira viagem de aventura, há 17 anos. Meu pequeno paraíso!!


Cachoeira das Andorinhas

Entrada da Caverna Água Suja


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Boituva - Salto de Paraquedas

Acredito que todo homem, que obviamente veio a esse mundo desprovido de asas, sente aquele tremendo desejo de voar. Mesmo aqueles que tem pavor de altura já devem ter imaginado como seria a vida voando e admirando as lindas paisagens desse mundo lá de cima, sentindo o vento da liberdade batendo no rosto. Quem nunca?

Eu sempre tive vontade de pular saltar de paraquedas, era uma vontade de muito tempo. Teve quem já me prometeu de presente, em troca de promessas cumpridas e outras nem tanto, mas o que importa mesmo é que a vontade nunca passou, e o presente também não veio. Como nada cai do céu, e a minha esperança era que eu também não caísse sem paraquedas aberto, no dia 7 de setembro de 2011 reuní o que precisava para realizar o sonho: coragem, cartão de crédito com limite e duas primas pra me acompanhar.

Saí bem cedinho de Sorocaba com destino a Boituva, cidade de muitos paraquedistas, muito tradicional nesse esporte. Escolhi a Paraquedismo Boituva, pois foi a que me inspirou mais confiança, e escolhi o Salto Duplo Super Vip, com direito a foto e filmagem tanto do instrutor como de um cinegrafista que iria me acompanhar, porque né, nunca se sabe se eu teria coragem de voltar a fazer, então melhor deixar registrado o momento de todas as formas possíveis.

Chegamos cedo na escola, tinha bastante gente por conta do feriado, e todos muito animados e transpirando adrenalina e medo. Fiz a minha ficha (somente eu iria saltar, minhas primas foram só pra dar o apoio moral que eu precisava), logo colocaram meu nome na parede, iria saltar com o Hot (o nome do instrutor é Andre, mas mais conhecido pelo apelido). Não sabia quem era, mas o importante é que ele não me deixasse cair, mesmo se o parqueadas não abrisse, pelo menos não teria eu uma morte solitária. O Zé seria o cinegrafista que saltaria para filmar minha destreza. Preciso falar dele, é uma pessoa que só vi uma vez na vida, mas me passou tanta confiança, tanta tranquilidade, foi tão prestativo e atencioso, que gostei dele de cara, e pensei: "Ta aí, se for acontecer uma tragédia, essa é a pessoa indicada para filmar." Mas brincadeiras a parte, ele é mesmo uma pessoa muito diferente, e me encorajou mais ainda a saltar, mesmo sem saber.

Era chegado o momento de colocar o macacão para saltar, o dia estava quente, não era necessário se eu não quisesse, mas achei que ficaria mais estilosa, então lógico que eu coloquei...rs. E vou te contar, essa hora eu comecei a sentir os friozinhos inevitáveis na barriga. Hot me chamou para fazermos um pequeno treinamento, me disse o que eu poderia e o que eu não poderia fazer durante o salto, e eu, lógicamente, fiquei pensando que iria fazer tudo que não podia. Me deu uns toques: se vc abaixar a perna vou dar um tapinha assim, se vc não se curvar o tapinha vai ser assim, se vc abaixar a cabeça vou dar um tapinha assim. E vou ser sincera, nunca apanhei tanto na minha vida.

Chega o tratorzinho pra levar o grupo pro avião, estava chegando o grande momento. Todos no avião e enquanto sobe o Zé faz questão de filmar o meu desespero perguntando 13242 vezes para o Hot se eu estava bem presa, as outras duplas igualmente ansiosas, o aviãozinho subindo, subindo, subindo....e eis que chega a hora, a porta do avião se abre: nós vamos saltar!!! Pula um, pula outro, e assim o avião vai ficando mais vazio. Na minha vez, quando olhei lá pra baixo, de verdade, não acreditava, e não senti medo. Aquilo parecia tão surreal, que na minha cabeça eu não iria saltar daquela altura. Me senti segura, mais segura do que se estivesse olhando de cima de um prédio de 20 andares, não sei mesmo explicar. Hot me pede pra não pular, que ele ia dar o impulso. Ufa!! Porque se fosse pra eu fazer isso, talvez ainda estivéssemos lá esperando a minha coragem. E de repente, estava euzinha, caindo de uma altura de sei lá quantos metros, a uma velocidade se também não sei quanto. Foi incrível!!! Foram 60 segundos de queda livre, 60 segundo que jamais esquecerei (pra vcs verem que lembro até de todos os tapas que levei por estar fazendo algo errado, mas quem é que consegue raciocinar o quê naquele momento, né?). Foi demais, recomendo pra todo mundo. O Zé e o Hot tiraram excelentes fotos, então está tudo registradinho, na minha memória e na memória do meu computador. Após a abertura do paraquedas a aventura foi outra, o Hot fazia altas manobras, e ficava nos girando no ar, e eu, uma pessoa que não tem medo de altura mas que é completamente tonta com qualquer coisa que gire (verdade, nem posso ficar olhando muito pro ventilador que já vomito), gritava pra ele parar, era eu de um lado gritando: para, para, para, e ele do outro, achando que eu estava curtindo pra caramba, girando ainda mais. Mas, como uma pessoa educada e bem comportada, cheguei ao chão inteira, consegui ainda pousar em pé, e não vomitei nadinha. Uma linda.

Foi um dos dias mais emocionantes da minha vida, uma experiência que quero guardar pra sempre, e, quando o cartão de crédito permitir, viver de novo.


Pronta para entrar no avião


Minhas primas lindas, Poliana e Ana Paula, que me encorajaram nesse dia

Euzinha, saindo do avião.

De outro angulo, dá pra perceber o minha postura super natural e descontraída, depois me pergunto porque apanhei.

Amei essa foto.

A queda livre

Perto do chão, preparando para posar.

Eu, "caindo em pé", rs.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Projeto Trilhas de São Paulo


Eu sei que não é novidade pra muita gente, mas aqui no Estado de São Paulo existe um projeto muito legal que chama Trilhas de São Paulo (site). Achei muito interessante a ideia, e desde a primeira vez que eu vi fiquei com vontade de começar a fazer. Há um tempo, quando estava no PETAR em uma das vezes que fui pra lá, fiz a trilha do Betary e comprei o passaporte. A vida vai passando e o passaporte se perdeu. Voltei agora no feriado de 15 de novembro pra lá, fiz a trilha de novo e comprei o passaporte de novo. São 40 trilhas e já tenho uma carimbada!!!
Vou postando por aqui conforme for fazendo as trilhas, aqui na cidade de São Paulo mesmo tem várias, super fácil pra chegar, só ter um pouquinho de vontade. Coisas lindas também acontecem nessa cidade.
Quem tiver mais curiosidade de conhecer vale a pena, conforme vai completando as trilhas a gente vai ganhando prêmios, quando completa as 40 ganha uma camiseta bem bacana. Quem sabe um dia não termino esse passaporte.
O próximo post vou contar sobre a trilha do Betary, e se tudo der certo esse final de semana farei mais duas, no Parque Estadual da Cantareira.

Foto do site do Projeto


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Chapada Diamantina

Desde que me conheço como uma pessoa que gosta da natureza e de aventuras, dois lugares sempre habitaram a minha mente e foram um alvo de um dia conhecer: a Patagônia e a Chapada Diamantina. Como já contei nos posts sobre a Patagônia, quando lá fu tinha acabado de passar uns perrengues na vida pessoal e foi como um despertar para uma vida nova. Mas para minha felicidade, nesse mesmo ano, praticamente pouco tempo depois, no carnaval, eu tive a oportunidade de realizar mais um sonho: conhecer a Chapada Diamantina. A história começou mais ou menos assim: fazia parte de um grupo de mochileiros no facebook, e uma menina fez um post perguntando quem toparia ir pra Chapada no carnaval. Eu respondi que sim, outras pessoas também e acabamos criando um grupo só pra gente no facebook também. A menina que criou teve que desistir da viagem, outras pessoas desistiram, e no final ficaram apenas 4 pessoas interessadas: eu, o Eliseu, A Lilian e o William. Não importava se a gente nunca tinha se visto, e se a gente só se conhecia pelo face mesmo. Marcamos a viagem, compramos as passagens e fomos aproveitar nosso carnaval na Bahia. Tivemos alguns contratempos na semana da viagem, o hostel que a gente ia ficar desmarcou tudo por conta de uma menina ter desistido, não tínhamos mais onde ficar nem os passeios, foi um caos, isso na semana da viagem. Ainda bem que o Eliseu deu um jeito, conversou com a Soraia da agência Cirtur e por sorte conseguimos lugar pra ficar e agendar os nossos passeios, pois o que a gente mais queria era fazer a trilha do Paty. O combinado era de nos encontrarmos no domingo em Salvador para pegarmos o ônibus até Lençóis. Lilian e William chegaram mais cedo, e foram aproveitar para conhecer o Pelourinho. Eliseu chegou um pouco antes de mim, e assim que cheguei pude conhecer o primeiro companheiro de viagem. Todos eles eram do Rio, somente eu vinha de São Paulo. Do aeroporto, Eliseu e eu pegamos um táxi até a rodoviária, as passagens de ônibus já estavam compradas, precisávamos apenas retirar no guichê. Como ainda faltava um bom tempo para sair o ônibus, que se não me engano sairia as onze da noite, fomos ao Shopping que tem bem em frente a rodoviária para comer alguma coisa. Almoçamos uma comida bem sem vergonha, e somente depois de comer descobrimos que tinha uma praça de alimentação mais decente, mas aí já era tarde. Encontramos com William e Lilian, e como ainda teríamos tempo resolvemos aproveitar esse tempo para pegar um cineminha, assistimos a Dama de Ferro...rs. Hora da viagem, o ônibus que pegamos era bem ruinzinho, descobrimos depois que não era esse o padrão deles, mas era o que tinha naquele momento. Chegamos em Lençóis as seis da manhã e a Cirtur já tinha um carro a nossa espera. Fomos até a agência, deixamos a mala lá e separamos apenas algumas coisas necessárias para os três dias de trilha que conseguimos comprar para o Paty. Tomamos um café da manhã em um dos bares de Lençóis, que por sinal é uma cidade muito linda e simpática, conhecemos nossos outros companheiros de trilha: o Pablo, que seria o nosso guia, a Marina, que na época era a namorada do Pablo, a Érica que viajava com o namorado e com a irmã, que nossa, esqueci o nome deles (sou péssima pra isso). Pegamos uma Toyota Bandeirantes e partimos para o começo da trilha. Depois de todos prontos, de um aquecimento, hora de começar a caminhar. Não sei explicar, mas aquele lugar é mágico mesmo. Tudo no caminho é lindo demais, e o nosso grupo era muito bom. Conhecer o William e a Lilian foi um presente que a vida me deu, um casal muito fofo com quem espero ter contato pra sempre. Ali começava uma amizade. Eliseu também muito gente boa, e ainda tive a honra de te-lo em meu aniversário daquele ano, nem acreditei quando ele apareceu...ehehe. Caminhamos muito, por subidas e descidas que pareciam impossíveis. Chegamos a um paredão de pedra, de onde tínhamos uma vista magnífica do Vale do Paty, e descobrimos que ali mesmo que iríamos descer. Foi uma caminhada árdua mas totalmente compensadora. A nossa pernoite seria na casa de um dos locais, que agora esqueci o nome (já falei que sou ruim nisso?). A casa muito simples, o nosso banho foi de chuveiro, mas gelado. Ficamos quase todos no mesmo quarto, e a porta não fechava. Eu até hoje olho as fotos e não acredito que aquela menina fresca (eu) teve coragem de dormir ali. Mas, isso foi realmente uma lição pra mim, deixei de me importar com luxos, e hoje somente me importo com o lugar. Não tenho mais frescuras, e a única coisa que ainda não consegui perder foi o medo de barata...rs. Mas preciso falar da comida, isso é muito importante. Meu Deus!! Que comida é aquela. O lugar simples demais, mas o jantar foi de rainha. Não parava de chegar coisa pra comer, e tudo totalmente delicioso. Não dava pra acreditar que estávamos ali no meio do nada comendo tão bem daquele jeito. O café da manhã no dia seguinte também era de babar, o pãozinho feito na hora, o que era aquilo? 

Nosso grupo na trilha do Paty

Atravessando um riozinho


Esperando o jantar no primeiro dia de caminhada

A trilha

Partimos para o nosso segundo dia de caminhada, que, como no primeiro, foi fantástico. Nos divertíamos o tempo todo, era muito bom. Ríamos de tudo, uma energia muito boa que criamos. William sempre tirando as melhores fotos, e graças a ele que tenho fotos minhas nos lugares...rs. Chegamos no meio da tarde na casa do seu Jóia (esse eu lembro). Tomamos um banho, ainda gelado, conhecemos um pessoal que também estava fazendo a trilha, e deles todos eu só lembro o nome do Léo, que é um cara super pilhado, gente boa ao extremo, que adora uma aventura e eu só fico babando na disposição que ele tem nas coisas que posta no face. Tínhamos umas cervejinhas quentes, já que a energia que os moradores tinham era bem pouca, proveniente do sol. Jantamos outra comida deliciosa e ficamos até altas horas rindo e conversando sobre tudo. Essa noite tive a oportunidade de dormir num quarto sozinha, e pra variar consegui deixar a porta aberta, que dava pra fora...quando descobri quase morri de susto, e fiquei pensando quantos bichos poderiam ter entrado durante o tempo que ela ficou aberta. Enfim...de tanto pensar dormi. 

A casa do seu Jóia

Segundo dia de caminhada

Morro do Castelo

A casa que paramos pra preparar o nosso almoço no segundo dia

Mais um café da manhã perfeito, e da casa do seu Jóia podíamos ver um paredão lindíssimo, e descobrimos que subiríamos por ele, mesmo sem acreditar que por ali teria um caminho. Mas assim fomos, devagar e sempre. O nosso destino do dia seria a cidade de Andaraí. Depois de muito subir o paredão era hora de descer. Esse dia foi muito extenuante, foram 18 km de caminhada, e o sol judiou da gente um pouco. Quando chegamos em Andaraí o desejo era apenas tirar a bota de caminhada e tomar o tão famoso sorvete da cidade. Descansamos um pouco, pegamos a Toyota Bandeirantes que foi nos buscar e partimos rumo ao Poço Azul. É assim, acho mesmo que depois de tanto andar a gente merecia o que tivemos. Aquele Poço Azul é sem palavras pra descrever. Uma água transparente, linda, num tom azul de encher os olhos. Confesso que mesmo entrando de colete salva vidas, eu estava totalmente morta de medo de entrar na água. Mas, o Israel, que mora no lugar (que chato), me deixou muito tranquila e me levou para um tour pelo poço. Sabe aquelas crianças que não querem ir embora do parque de diversão? Então, era eu naquele momento. Não queria mais ir embora dali. Mas como tudo acaba, tivemos que voltar para Lençóis. Lá ficamos na pousada Roncador, que é da agência Cirtur mesmo. Excelente custo benefício. Saímos a noite ´para comemorar, dessa vez com cerveja gelada, a nossa pequena travessia do Paty. 

Começando o terceiro dia


O paredão que iríamos subir

No Poço Azul


Poço Azul

Poço Azul

Eu morrendo de medo...rs..

Tínhamos então mais três dias para aproveitar na Chapada, e decidimos que nesse primeiro depois da trilha, iríamos conhecer algumas atrações por lá. Fomos para Gruta Lapa Doce, que é uma gruta com formações bastante bonitas. Nesse dia éramos somente nós 4 da viagem, mais a Mariana e o Vinícius, que conhecemos lá, e que também eram cariocas como meus amigos. Depois da Lapa doce foi a vez de irmos para a Pratinha, fazer uma flutuação na gruta. Que água mais linda aquela também, e que passeio mais gostoso. Aproveitamos e fizemos uma Tirolesa que caia direto na água. Foi muito bom. Conhecemos também a Gruta Azul. é bonita, mas comparando com as outras deixa muito a desejar. O dia foi muito bom, comemos Mandacaru, a frutinha do cactus. E para terminar o dia com chave de ouro fomos ver o por do sol no Morro do Pai Inácio. Ali sim a gente esquece da vida ao apreciar a maravilha e o presente que a natureza nos deu. Ver as formações da Chapada Diamantina é incrível. Depois de muitas fotos engraçadas, de mais risadas e de muitas histórias do nosso guia Dairone, voltamos pra cidade, muito satisfeitos com mais um dia perfeito. 

Eu e a Lilian experimentando o Mandacaru

Vista do Morro do Pai Inácio

Pratinha

A gente curtindo no Morro do Pai Inácio

Tirolesa na Pratinha

Lapa Doce

O coração do Morro do Pai Inácio


O dia seguinte resolvemos ir para Marimbus, que é uma espécie de pantanal da chapada...rs. É um passeio bastante legal, mas cansativo pelo fato de termos que remar. Lógico que quem fez a maior parte do trabalho foi o coitado do Pablo, que nos guiou novamente, mas a gente tentava ajudar. O sol forte não colaborava, e os mosquitinhos atacavam sem dó. Chegamos numa fazenda, e lá tínhamos a nossa disposição uma cachoeira muito gostosa. Passamos um tempo aproveitando e descansando, porque ninguém é de ferro, né? Depois almoçamos mais uma comida deliciosa e voltamos, remando, pelo mesmo caminho. A nossa aventura estava quase acabando...que triste.

A cachoeira depois de Marimbus

Remando em Marimbus

Esse último dia nos reservava algo muito especial: conheceríamos o Poço Encantado. O lugar é lindo mesmo, aquele azul da água (na verdade, essa Chapada só tem coisa linda), tudo perfeito demais. Depois de um tempo admirando, fomos para a Cachoeira do Mosquito. Primeiro, um almoço muito caprichado na casa da D. Noese. Que simpatia de pessoa, que comida. Tínhamos tudo perfeito: as saladas deliciosas, os pratos sensacionais, os sucos naturais super saborosos, e as sobremesas de engordar só de olhar. Ainda tinha os licores...e pra quem gosta cafézinho. O melhor almoço da chapada com certeza foi lá. Comemos muito e fomos caminhar até a cachoeira, que é simplesmente linda. Tiramos muitas fotos, e aproveitamos muito aquele lugar. Tomar um banho de cachoeira é sempre revigorante. Após esse dia perfeito, era hora de voltar. Em Lençóis, tentamos aproveitar a nossa última noite, já que no dia seguinte bem cedinho iríamos embora. 

O Poço Encantado


Almoço da D. Noese

Cachoeira do Mosquito

Cachoeira do Mosquito

Cachoeira do Mosquito

A viagem foi mais que perfeita, as amizades feitas ficarão guardadas pra sempre no meu coração. Tenho certeza que um dia ainda volto pra esse lugar.